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Pais devem estar atentos a mordidas e tapas

 

Pais devem estar atentos a mordidas e tapas

 

            Por mais pacífica que uma família seja, especialistas admitem que é praticamente impossível evitar a fase em que as crianças pequenas mordem, dão tapas e chutes, seja nos pais ou nos amigos. Embora muitos se espantem ou até percam a paciência quando o filho age assim, na maioria das vezes, não há motivos para grandes preocupações – a fase vai passar. De 1 a 4 anos de idade, essas reações impulsivas são resultado natural do desejo de expressar vontades somado à pouca experiência dos pequenos no domínio das próprias emoções.

 

            No entanto, não é por se tratar de algo comum no desenvolvimento infantil que essa conduta deva ser ignorada ou aceita.

 

            Seguem algumas dicas de como lidar com essas situações:

 

·        Olhe nos olhos: pais de primeira viagem, principalmente, tendem a ficar atordoados com o choro compulsivo e da birra que geralmente acompanham as reações agressivas, mas o nervosismo só agrava a situação, já que a criança identifica bem a expressão da emoção dos pais. Nesses momentos, é preciso exercitar a serenidade e a firmeza. Fale olhando nos olhos da criança e procure compreender os seus sentimentos, corrigindo-a.

 

·        Mostre outras opções: as reações físicas são as mais impulsivas das formas para se resolver um problema ou extravasar uma frustração, mas crianças na primeira infância simplesmente não conhecem outras opções. Caba ao adulto ensiná-la e incentivá-la a expressar o que quer e o que sente de outro jeito: falando.

 

·        Seja simples e direto: o raciocínio de uma criança não funciona como o dos pais. Por isso, evitem broncas que tentem fazê-las pensar em hipóteses ao estilo “Como você se sentiria se...?”. A pergunta tende a confundi-la  e é possível que ela nem vincule o questionamento ao comportamento que se pretende corrigir. A simplicidade de gestos, como o de mostrar à criança onde ela machucou o outro e fazê-la pedir desculpas, tende a ser mais eficaz, por mais repetições que esse gesto exija.

 

·        Cuidado com a TV: a tendência a imitar comportamentos também se aplica àquilo que as crianças veem na TV ou na internet. A recomendação é de que essa atividade seja sempre acompanhada pelos pais.

 

·        Fale com a escola: muitas crianças comportam-se de um jeito em casa e de outro na escola e, às vezes, os gestos agressivos acabam se concentrando em um único ambiente. Essa diferenciação no comportamento pode ser indício de algo que vai além de impulsos normais da infância. Se houver algum problema, ele só será descoberto com a colaboração de todas as pessoas que passam o dia com a criança.

 

 

Fonte: Gazeta do Povo

 

 

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