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Prevenção ainda é o melhor remédio

 

As doenças crônico-degenerativas são responsáveis por 59% das mortes atuais, segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS. Essas doenças, que levam à queda da qualidade de vida, são caracterizadas pela perda progressiva de vários órgãos, como cérebro, olhos e vasos sanguíneos, comprometendo o funcionamento de todo o organismo.

 

Como muitas dessas doenças estão relacionadas ao estilo de vida, alto nível de stress e avanço da idade, são cada vez mais frequentes em todo o mundo e desafiam, principalmente, os profissionais das áreas da saúde e educação.

           

Das doenças crônicas mais comuns na população, estão diabetes, câncer, doenças cardiovasculares como hipertensão arterial, infarto, acidente vascular cerebral (derrame) e doenças neurológicas, como Mal de Alzheimer e Parkinson. Embora possam ocorrer por fator genético ou familiar, a principal causa dessas doenças é o estilo de vida, isto é, alimentação incorreta, excesso de álcool, cigarros e sedentarismo (falta de atividade física regular), dentre outros fatores.

           

Os meios mais simples de presença das doenças crônico-degenerativas incluem atitudes e/ou comportamentos do dia a dia, tais como ter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas regularmente, diminuir o stress, parar de fumar, evitar o álcool e dormir bem. Sabe-se que, nos últimos anos, o hábito alimentar do brasileiro passou por mudanças, com maior tendência para a alimentação “americanizada”, com consumo maior de comida rápida (fast food), o que tem gerado um aumento de doenças como obesidade e diabetes.

           

Com o objetivo de reverter esse quadro, o governo brasileiro criou o Guia Alimentar para População Brasileira, em 2005, que estabelece uma série de recomendações com o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de voltar a ter uma alimentação mais saudável para prevenir doenças crônicas.

           

Para tanto, é recomendado o consumo diário de:

 

- 6 porções diárias de cereais, tubérculos e cereais;

 

- 3 porções de frutas variadas;

 

- 3 porções de verduras e/ou legumes;

 

- 1 porção de leguminosas (“feijões”);

 

- 3 porções de leites e derivados com baixo teor de gordura;

 

- 1 porção de carnes;

 

- 6 a 8 copos de água.

           

Além disso, é essencial reduzir o consumo de gorduras, açúcares e sal.

 

Alessandro Ribeiro Mendes

 

Nutricionista clínico/CRN 8868

 

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